terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Eu estava errado. Perdoe-me!


Em muitas situações de desentendimento e desconfiança nos relacionamentos humanos, bem como nas separações, brigas no trabalho e nos ambientes sociais, é importante reconhecermos uma de nossas grandes falhas: a falta de um pedido de perdão. Não reconhecermos nossos erros é um grande obstáculo na qualidade do convívio. 

Por qual motivo temos estas dificuldades? Um deles é admitir a “perda da nossa dignidade”, ter de passar por cima do nosso orgulho, sentirmo-nos ameaçados ao expormos nossos pontos fracos, ou que, ao pedirmos desculpas, o outro “nos 'passe na cara' ou use isto como uma vingança”, ou ainda que “seja lembrado pelos erros ou punido por ser honesto”. (Powell, J. 1985). Acho que, muitas vezes, você já viveu isto, não é mesmo? 

Em várias situações, sentimo-nos inferiores ao pedir desculpas; temos a necessidade de passar parte de nossa vida provando que somos sempre certos, que somos sempre capazes, que somos fortes e invencíveis. De alguma forma, esta necessidade vai sendo imposta a nós e pode ser uma grande armadilha em nossas vidas. 

Em outras situações, posso usar o seguinte pensamento: "se não recebi as desculpas do outro, por que eu vou me sujeitar a pedir desculpas?”. Isto nada mais é do que um grande processo de imaturidade, ao deixarmos que os comportamentos da outra pessoa possam determinar os nossos comportamentos e atitudes. É como achar certo roubar, porque alguém já roubou, não foi descoberto e nunca foi punido. 

Para que possamos chegar ao ponto de pedir desculpas, é válido encontrar um ponto de honestidade com nós mesmos, assumindo falhas e limitações. Esta honestidade interior faz com que vejamos, verdadeiramente, nossa responsabilidade nas situações, possamos reconhecer o que fizemos e entrar numa atitude de reconciliação com o outro. Talvez, nem sempre consigamos perdão, mas a atitude de reconhecer é totalmente sua e, certamente, muito libertadora. 

Peça desculpas, mas livre-se dos que levam você a pensar: “você provocou isto”, “só reagi assim, porque você é culpado”, “estou tratando você como fui tratado por você”. Tais formas “racionais” de explicar um fato, apenas alimentam em nós mais raiva e mais ressentimento. Faz com que cubramos nossos erros e não permite que, honestamente, possamos admitir o que foi feito de errado. 

“O perdão é instrumento de vida” (Cencini, A . 2005) e “força que pode mudar o ser humano”. Certamente, “a falha em pedir desculpas” e em perdoar só servirão para prolongar a separação entre duas pessoas. Para isto, “a verdade precisa estar presente em todos os sinceros pedidos de desculpa” (Powell, J. 1985), compreendendo a extensão dos prejuízos que nossas atitudes, por vezes desordenadas e desmedidas, possam ter provocado na vida do outro. 

Por vezes, precisamos quebrar nossas barreiras interiores e realizarmos um grande esforço ao dizer: “Eu estava errado, perdoe-me!”, pois este esforço fará sua vida muito melhor, mesmo que o outro não aceite, de imediato, seu pedido, mas sua vida já foi mudada a partir deste gesto. 

Pense nisto: Para quem você gostaria de pedir perdão hoje? 



Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional, colaboradora da Comunidade Canção Nova.


Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Espiritualidade cristã e qualidade de vida



Quando falamos em qualidade de vida, logo nos lembramos de uma alimentação saudável, exercícios, noites de sono bem dormidas e outras centenas de métodos que visam cuidar da pessoa de um modo que possa viver mais e melhor. Mas onde entra a espiritualidade cristã dentro do contexto da qualidade de vida?
Hoje, o ser humano é visto como um todo. Não somos um compartimento com gavetas diferenciadas. Tudo o que faz parte de nós compõe aquilo que somos. E a espiritualidade está presente naquilo que faz parte de nossa existência em sua totalidade.

Quando descuidamos da alimentação, o nosso corpo, as nossas emoções, o nosso humor, o nosso sono, a nossa autoestima, o nosso desempenho no trabalho, as nossas motivações respondem de maneira negativa. O mesmo processo acontece quando descuidamos de nossa espiritualidade. Todo o nosso ser responde negativamente.

Uma qualidade de vida saudável também exige que a espiritualidade seja cuidada. Muitos adentram em complexos processos de depressão sem saber o real motivo desse estado negativo que, aos poucos, vai se enraizando na vida. Em muitos casos, alguma área social, psicológica ou espiritual sofreu algum abalo. Além do acompanhamento médico e psicológico, faz-se necessário que o paciente também ajude a si mesmo. É neste momento importante do processo de cura que a espiritualidade ocupa uma importante função.

Uma vida com qualidade exige de todos nós uma vivência espiritual saudável e equilibrada, na qual possamos cuidar de todos os outros aspectos que nos compõe, sem deixarmos de lado nenhum deles, incluindo nossa espiritualidade.

Adquirimos uma qualidade de vida espiritual saudável quando reservamos um tempo para a nossa oração diária. A oração nos devolve a paz e nos coloca em contato com nossa própria alma e com Deus já presente nela. Silenciosamente, o Senhor vai transformando o nosso interior para que o exterior seja um reflexo daquilo que foi sendo cultivado nos tempos sagrados reservados para o nosso crescimento na fé, na esperança e no amor.

A espiritualidade somente é saudável quando é vivenciada com equilíbrio. Tudo o que foge ao equilíbrio torna-se espiritual e psicologicamente perigoso. O trabalho, o esporte, o lazer, a diversão, o descanso, a participação na vida de comunidade são importantes para o nosso crescimento humano, social, mental e espiritual. E em todos estes ambientes a espiritualidade deverá estar presente. A experiência de Deus que trazemos gravada em nossa alma não fica isolada das outras experiências da vida, mas as potencializa.

Quem separa a vida social da experiência espiritual que traz em si, perde-se nos territórios de sua própria alma. O equilíbrio entre a vida e a fé não são motivos para nos afastar das diferentes realidades que nos interpelam. Uma vida espiritual madura, sadia e equilibrada abre-nos um caminho de paz que é trilhado a partir das experiências de fé que estão sendo cultivadas em nosso próprio coração.

Quem descobriu na espiritualidade um jeito maduro de ser mais humano e divino, encontrou em si mesmo o segredo do amor de Deus que em nós equilibra todos os aspectos da vida.


Padre Flávio Sobreiro


Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Você tem confiado em Deus?



Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: "Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.

Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu, de longe, Abraão, com Lázaro ao seu lado. Então gritou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas'.

Mas Abraão lhe respondeu: 'Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. E, além disso, há grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós'.
O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa de meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. Mas Abraão respondeu: 'Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem!'
O rico insistiu: 'Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter'. Mas Abraão lhe disse: 'Se não escutam a Moisés, nem aos profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos'" (Lc 16,19-31).



"A cada dia, precisamos fixar os nossos corações em Deus", ensina monsenhor Jonas

O que mais me chamou a atenção, neste Evangelho, foi o que o Abraão disse a respeito dos irmãos do homem rico, pois se não acreditavam em Moisés nem nos profetas, mesmo que um morto ressuscitasse e aparecesse para eles e lhes ensinasse o caminho correto, eles não acreditariam, uma vez que não acreditavam em Moisés. Pela vida que o rico e seus irmãos estavam acostumados a levar, o coração deles foi se endurecendo.

Não é pelo fato de ser rico que ele caiu nessa situação, é porque, ao se aplicar às coisas dessa terra, esquecendo-se de que somos cidadãos do céu, o coração dele foi se endurecendo.

"Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias" (Lc 16,19). Este homem não tinha outra ocupação e preocupação. Se ele se vestia com roupas bonitas e elegantes, e dava festas todos os dias, era porque foi uma pessoa que só se preocupava com as coisas passageiras.

A Palavra de Deus é sempre atual. As parábolas – que Jesus contou – servem para nós ainda hoje. O Senhor as utiliza, porque quer nos dar um grande ensinamento. Nós podemos perder a vida eterna por sermos cidadãos da terra, e não do céu.

A porta do céu está aberta para receber a todos, mas se a pessoa vive "engordando" apenas o corpo, o orgulho e a vaidade, ela não vai conseguir entrar no Reino dos Céus.

O livro do profeta Jeremias nos esclarece: "Isto diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor" (Jr 17,5). Deus não está falando para não confiarmos uns nos outros, mas se trata de colocar a nossa confiança e nossa meta de vida n'Ele, e não fixarmos os nossos olhos e as nossas atenções nas coisas humanas, passageiras. Quanto mais colocamos a nossa confiança no que é passageiro, tanto mais nos afastamos de Deus.

Há um lugar no céu que é nosso, só nosso. Se não o ocuparmos, ele vai ficar eternamente vazio. Justamente porque estamos nos distanciando, cada vez mais, não teremos como chegar lá e ocupá-lo. É por isso que Deus nos dá um dia por dia. Ele não fala de todos os anos que nós teremos, mas nos dá a graça de viver um dia após o outro. A cada dia, precisamos fixar os nossos corações em Deus, porque nós estamos aqui de passagem, como alguém que precisa fazer o caminho para chegar ao céu.

O mundo, – que está ao nosso redor –, é muito sedutor, mas, graças a Deus, a Sua Palavra continua nos dizendo: "Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor" (Jr 17,7).

Fixe o seu coração em Deus, ponha a sua meta em Jesus. Você, mais do que ninguém, precisa dizer: "Por hoje não vou mais pecar" e também: "Ou santos ou nada", porque a sua família precisa da sua santidade.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


Fonte: Canção nova

Frei Willian: novo pároco da Paróquia São Francisco em 2013



Em 2013 o comando da Paróquia São Francisco de Assis passará por mudanças. Sai o Frei Carlos Antônio da Silva, que agora será o pároco da Paróquia São Francisco de Assis de Anápolis e entra Frei Willian Dantas da Silva. Juntamente com ele, Frei Longuinho Rodrigues de Menezes vem para ajudar na nova administração paroquial.

Frei Willian já é conhecido de alguns paroquianos e partir desse mês de janeiro, toda comunidade paroquial poderá conhecer este jovem sacerdote. Willian é natural da cidade de Caseara no Tocantins. Nasceu no dia 02 de junho de 1977. Entrou para vida religiosa aos 22 anos no dia 02 de janeiro de 1999. 
Sua primeira profissão ocorreu um ano depois. Em 18 de abril de 2006, fez sua profissão solene e se ordenou sacerdote no dia 12 de julho de 2008, em cerimonia presidida por Dom Frei Capistrano Heim aqui na Paróquia São Francisco de Assis.
Frei Willian foi por dois anos pároco na Paróquia Nossa Senhora da Piedade de Porangatu e no início de 2012 foi transferido para a Paróquia Nossa Senhora da Divina Providencia de Araguacema no Tocantins, como vigário paroquial.
Em 2013, Frei Willian tem a missão de conduzir os trabalhos de nossa paróquia pelos próximos três anos. Que São Francisco de Assis possa guiá-lo e protegê-lo nesta nova caminhada.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Ordenação diaconal de Frei Alex Oliveira Almeida e Frei Jair Ferreira da Cruz


“Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1,26). Com essas palavras do Arcanjo Gabriel à Virgem Maria Imaculada, proferidas solenemente pelo Arcebispo Metropolitano de Goiânia, Dom Washington Cruz, na homilia do dia 07 de dezembro, frei Alex e frei Jair foram ordenados diáconos da Santa Igreja, se colocando a serviço da Igreja e do povo de Deus, a “serviço na liturgia, na palavra e na caridade”. 

Escolhidos por Deus para o serviço da Diaconia, eles se colocaram, de corações abertos, perante o Arcebispo, diversos Padres, religiosos e religiosas, seminaristas, seus familiares, e o povo de Deus que compareceram alegremente, lotando a matriz São Francisco, numa plena sexta-feira. 

A celebração foi marcada por gestos profundamente significativos. O prostrar-se ao som da ladainha de todos os Santos, pedindo a cada um deles que interceda por seus servos. A imposição das mãos feita pelo Arcebispo, seguida da oração consecratória, mostrando que “o Espírito Santo ungiu seus escolhidos e os habilitou para o ministério diaconal”. O revestir-se com a estola transversal e a dalmática, com o convite para sermos homens novos, revestidos de Cristo. 

E esse momento também foi marcado pela dedicação do nosso Pároco que juntamente com as diversas equipes de pastorais, grupos e movimentos, preparavam um delicioso jantar, tonando a festa ainda mais alegre. 

Assim, com as bênçãos de Deus, a intercessão da Virgem Maria Imaculada, nós fomos acolhidos no primeiro grau do Sacramento da Ordem. E assim como disse nosso Arcebispo, em sua homilia, que sejamos alegres e generosos pelo nosso sim, na entrega de nossas vidas, a Deus e ao seu povo. 

E assim como Maria, que possamos dizer com confiança e amor: “Faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc1,38). Contando sempre com a oração e o apoio de cada pessoa que acreditou e acredita no dom de nossas vocações. 

Frei Jair Ferreira da Cruz


O natal do Senhor

No dia especial, em que toda a Igreja celebra o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, acompanhemos o testemunho da Palavra de Deus a respeito deste acontecimento que transformou a história da humanidade:

"...José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida. Estando eles ali, completaram-se os dias dela. E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. O anjo disse-lhes: 'Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor'." (Lc 2,4-11)
Por isso celebramos a eterna solidariedade do Pai das Misericórdias que, no seu plano de amor, quis o nascimento de Jesus, que é o verdadeiro Sol, a Luz do mundo. Este não é um dia de medo e nem de desespero, é dia de confiança e de esperança, pois Deus veio habitar no meio de nós, e assim encher-nos da certeza de que é possível um mundo novo. Solidário conosco, Ele nos quer solidários neste dia de Glória que refulge ao redor de cada um de nós!

Sendo assim, tudo neste dia só tem sentido se apontar para o grande aniversariante deste dia: o Menino Deus! Presépios, árvores, enfeites, banquetes e os presentes natalícios representam os presentes que os Reis Magos levaram até Jesus, mas não são estes símbolos a essência do Natal. O importante, o essencial, é que Cristo realmente nasça em nossos corações de uma maneira nova, renovadora, e que a partir daí, possamos sempre caminhar na sua luz solidária deste Deus Único e Verdadeiro, que nos quer também solidários uns com os outros!

Vivamos com muita alegria este dia solidário, que o Senhor fez para nós!

Um Santo Natal para você e para a sua família!

Fonte: Canção Nova

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Jovens de Anápolis recebem o representante do papa em preparação para a JMJ Rio2013

A palavra “núncio” significa: aquele que traz boas notícias e na última semana, os jovens da Diocese de Anápolis, estado de Goiás, viveram literalmente o sentido desse verbete com a visita do núncio apostólico, Dom Giovanni d’Aniello, que é o representante do papa Bento XVI, no Brasil.

Dentro da preparação para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013, que acontecerá no próximo ano no Rio de Janeiro, cerca de mil jovens de diversas expressões e movimentos católicos, da diocese, se reuniram com o núncio no salão da Catedral do Senhor Bom Jesus.

Na ocasião, ele falou com a juventude, transmitindo a mensagem do papa e também conhecendo o que os movimentos juvenis pensam e como agem em relação à vivência da fé diária, perante a Igreja, família e sociedade.

Dom Giovanni, se disse emocionado pela alegria encontrada na juventude anapolina. “O entusiasmo de vocês me chocou, olhando para essa alegria, posso imaginar o que será do Rio de Janeiro no ano que vem durante a JMJ”, enfatizou.

Para o núncio apostólico, o diferencial desse evento será a presença maciça dos jovens do mundo inteiro, mostrando com a alegria ao mundo, que amam Jesus Cristo e que mesmo com a onda de relativismo e críticas à fé, cada um mostrará com a vida, o rosto jovem da Igreja.

O representante do papa, ainda explicou que os jovens devem estar afiados em uma única língua durante o encontro. "Na JMJ vocês vão compartilhar com o mundo a alegria sem fronteiras, cuja única língua é o amor, e não digo o amor como uma palavra qualquer, e sim uma pessoa: Jesus Cristo", destacou.

O bispo da Diocese de Anápolis, Dom João Wilk endossou o recado do núncio pedindo que a juventude seja expressão da nova evangelização. “Queremos jovens novos, mas que não sejam isolados do mundo, desejamos que vocês que levem Jesus em seus locais de trabalho, escola, família e amigos”, pediu.

Dom João ainda falou sobre a importância da Semana Missionária, que acontecerá na cidade com cerca de 500 jovens estrangeiros. Para o bispo, essa é uma oportunidade para colhê-los, além de compartilhar a forma de amar Jesus e viver a fé.


Fonte: http://www.rio2013.com