quarta-feira, 5 de junho de 2013

LISTA DE INGREDIENTES PARA DOAÇÃO

Paróquia São Francisco de Assis

FESTA DE SANTO ANTÔNIO – 2013


ORDEM
QUANTIDADE
PRODUTO
1
150 KG
Peito de Frango  - OK
2
40 KG
Carne Moída
3
30 KG
Acém ou Paloma
4
40 KG
Linguiça Calabresa
5
40 KG
Bacon
6
30 KG
Presunto
7
50 KG
Mussarela
8
30 KG
Queijo Fresco
9
10 KG
Caldo de Galinha
10
25 KG
Farinha de Trigo
11
50 KG
Feijão Carioca
12
10 KG
Caldo de Bacon
13
15 KG
Batata Palha
14
95 KG
Massa de Pastel
15
50 KG
Canjica
16
100 KG
Açúcar
17
25 KG
Coco Ralado
18
60 KG
Amendoim
19
15 KG
Margarina
20
15 KG
Queijo Ralado
21
50 KG
Rapadura - OK
22
10 KG
Limão
23
10 KG
Gengibre
24
15 KG
Carvão - OK
25
10 KG
Arroz
26
5 KG
Orégano
27
2 KG
Canela em Pó
28
2 KG
Cravo em Pó
29
20 KG
Milho de Pipoca - OK
30
800 unid
Pão p/ Cachorro Quente
31
800 unid
Salsicha
32
200 Litros
Leite
33
20 Litros
Pinga 51
34
15 Latas
Milho Verde em Conserva (5kg cada lata)
35
15 Latas
Molho de tomate (5Kg cada lata)
36
10 Latas
Pó Royal
37
10 CX
Cebola
38
5 CX
Tomate
39
2 CX
Pimentão
40
100 CX
Leite Condensado (395 gr)
41
10 CX
Mandioca
42
2 Vidros
Amaciante de Carne
43
3 Vidros
Molho Inglês (grande)
44
30 Dúzias
Ovos
45
80 Litros
Óleo de Soja
46
5 Mãos
Milho Verde
47
10 Latas
Goiabada
48
100 Unid
Chocolates Baton
49

Salsicha

LISTA ATUALIZADA DIA 05/06/13

CONTATOS:

SECRETARIA PAROQUIAL – 3218-1459 / HENRIQUE – 8488-3926 / 9302-1391 / CHRYSTIANE – 9146-8547 / 3261-1080

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CNBB promove coleta nacional em prol da JMJ Rio2013 no próximo final de semana



“Ide e fazei discípulos entre todas as nações!” (cf. Mt 28,19)

Caros irmãos no Episcopado,

Graça e Paz!

A 51ª Assembleia Geral da nossa Conferência Episcopal, em Aparecida – SP, de 10 a 19 de abril de 2013 contemplou, com especial atenção, o tema da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá nos dias 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco e de milhares de Jovens do Brasil e de todo o mundo.

O Papa Bento XVI, na missa de encerramento da JMJ em Madri 2011, confiou-nos o cuidado da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora, para serem levados pelos jovens às nossas igrejas particulares como um grande convite à conversão. São muito edificantes os testemunhos advindos de todos os lugares que acolheram essa peregrinação. O próximo acontecimento será a Semana Missionária que antecede imediatamente a Jornada.

Para ajudar a fazer frente às despesas das Dioceses, Prelazias, da CNBB e da Arquidiocese do Rio de Janeiro, aprovamos, no dia 17 de abril de 2013 (cf. Ata nº 07), uma coleta nacional, a realizar-se em todas as missas e celebrações nos dias 25 e 26 de maio, Solenidade da Santíssima Trindade. O valor arrecadado será assim distribuído: 50% para a Arquidiocese do Rio de Janeiro; 30% para as Dioceses e Prelazias; 10% para o encontro Mundial dos Jovens Universitários que acontecerá em Belo Horizonte - MG e 10% para a nossa Conferência para cobrir os gastos com a Peregrinação da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora.

Para enviar a doação:
Depósito identificado na Caixa Econômica Federal Ag: 2220
OP: 03 – CONTA CORRENTE: 200-0

As Dioceses e Prelazias que desejarem fazer envelopes e distribuí-los ao povo, podem entrar no site da CNBB (www.cnbb.org.br) e baixar o arquivo com a arte do envelope. Estão disponíveis também duas artes de “Banners” para serem colocados em lugar visível nas paróquias.

Deus lhes pague, caros irmãos, pela imprescindível colaboração.

Com afeto e gratidão,

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida – SP
Presidente da CNBB


Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário Geral da CNBB

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um tempo de intenso combate espiritual


Vivemos tempos de grande agitação espiritual. Dias decisivos em que os exércitos de Deus e das trevas se mobilizam para a ofensiva definitiva, a qual culminará na volta de Jesus Cristo. Os sinais dos tempos evidenciam a rápida conversão para este imperscrutável momento em que soará a última trombeta, o “toque de reunir” dos guerreiros da luz, convocando o “Sião de Deus” para o início do confronto final.
Uma grandiosa batalha entre a luz e as trevas está sendo travada e pende sobre nós um juízo temível. Se optarmos pela batalha da fé, seremos capazes de resistir aos ataques de satanás e aos poderes da morte, já que, na luta, somente obteremos uma fé genuína e, consequentemente, os milagres. 

E não podemos jamais esmorecer, o que exige de nós muita determinação para enfrentar a batalha, que envolve homens na terra, anjos no céu e demônios no inferno. Se sentirmos que falta vida espiritual, devemos retomar com fé e coragem a vida de oração e invocar o Espírito Santo, dizendo: “Espírito Santo, vivifica-me!”

Por se tratar de uma luta sangrenta entre o bem e o mal, pela conquista da fidelidade e servidão de homens e mulheres em todo o mundo, não é possível ficar indiferente e examinar o fato com ingenuidade. Porém, certamente, encontraremos cristãos letárgicos e alienados, despreocupados com esta realidade que os cerca e “pessoas da Igreja” despreparadas para enfrentar a mais intensa e violenta crítica a ela.

Desse modo, é preciso reconhecer, prontamente, os reais inimigos, ouvir o chamado e deixar-se curar pelo Senhor para não se tornar vítima do maligno. Em Efésios 6, isso fica evidente: preparados ou não, estamos em guerra de vida ou morte contra seres espirituais.

Tal combate solicita homens e mulheres espirituais, de fibra. Não se pode confiar em pessoas insípidas, impotentes e que vivem na “inadimplência devocional”, pois elas não resistem aos “dias escaldantes e as noites gélidas” dos campos de guerra. Tempos assim destinam-se a combatentes santos.

Os grandes mestres da espiritualidade – carmelitana, beneditina, inaciana – nos orientam a discernir a ação dos diversos espíritos, que agitam os homens e as comunidades interessados na vida espiritual cristã. Para os inacianos, por exemplo, a luta é inerente à vida espiritual, pois não há vida sem luta.

Em contrapartida, um mundo conformado com a ação do inimigo, que age mentirosa e sorrateiramente, é incapaz de sentir a ação do mau espírito e, por vezes, inábil em reconhecer e agradecer a ação do bom espírito, a qual estimula e orienta todo e qualquer progresso no bem e na vida espiritual, prestando, assim, uma grande ajuda a satanás. Por conseguinte, somente a ação do Espírito Santo, gratificante e consolador, que “geme” em nossos corações, não permitirá que sejamos tentados acima de nossas forças (cf. 1Cor 10,13).

Portanto, somos alertados, pois não afrontamos o homem e sim as autoridades, os poderes, os dominadores deste mundo de trevas, os espíritos do mal (cf. Ef 6,12). A Escritura é clara ao dizer que sendo satanás e seus demônios expulsos do céu, o combate passou a ser travado na terra; foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, aquele a quem chamam diabo e satanás, o sedutor do mundo inteiro (cf. Ap 12,9).

Irmã Maria Eunice – Comunidade Canção Nova 




quarta-feira, 17 de abril de 2013

Santidade do altar - uma catequese sobre a mesa eucarística


No centro de nossas Igrejas está o altar. Mas sabemos de fato o que é o altar? Como nos aproximamos da mesa do altar? Nossa catequese ensina a veneração para com o altar?

A liturgia nos ensina que é Cristo o altar. A mesa eucarística é lugar de veneração. Vamos ver um pouco na história dos Padres da Igreja como o altar era pensado.

O altar segundo o Rito de Dedicação do Altar deve ser ungido com o Santo Óleo do Crisma. O mesmo Santo Óleo que utilizamos para o sacramento do Crisma é usado para ungir o altar. Em virtude da unção, o altar se torna símbolo de Cristo, o "Ungido" por excelência, pois o Pai o ungiu com o Espírito Santo e o constituiu Sumo Sacerdote, para oferecer no altar de seu Corpo o sacrifício da vida pela salvação de todos. Por isso, desde tempos remotos, o altar foi cercado de respeito e veneração pelos cristãos: Um lugar santo é o altar cristão.

Na história da Igreja o altar foi chamado de: santo (sanctus), divino(divinus), tremendo (tremendus). Ou ainda epifania, ou seja lugar em que Deus se manifesta! S. João Crisóstomo denominava o altar de admirável (admirabilis).S. Gregório Nisse nos ensina que o altar é tão santo que nem todos, mas só os sacerdotes, e estes só com reverência, o podem tocar. E o tocam primeiro beijando-o com reverência.

A santidade do altar exige, daqueles que dele se aproximam na liturgia uma correspondente santidade de vida: Eles devem possuir a pureza da consciência e o perfume da boa reputação, que são simbolizados pelo santo Crisma, composto de azeite e de bálsamo. Devem ter uma consciência pura, para poderem dizer com o Apóstolo: "Nós temos a glória de que nossa consciência nos dá testemunho de uma boa reputação" (2 Cor 1, 12).

E São Crisóstomo acrescenta: "Os clérigos não podem ter mácula alguma, nem em sua palavra, nem no seu pensamento, nem nas suas ações, nem na sua opinião, porque eles são a beleza e a força da Igreja: se eles fossem maus, eles a maculariam por inteiro".
Como seria bom se a turma de catequese tivesse uma catequese no altar e sobre o altar! Em que a catequista pudesse ensinar a reverência e a santidade da mesa eucarística.
A mesa do altar é Cristo!

Fonte: Vanderson de Sousa Silva (semvanderson@hotmail.com)

CNBB divulga nota ‘Sede de água e de justiça’


Durante entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 16 de abril, a presidência da CNBB apresentou a sua mensagem sobre a seca no semiárido que atinge a região do semiárido do Brasil.

A nota demonstra a solidariedade dos bispos do Brasil pelo sofrimento e a luta pela superação deste fenômeno, secular e cíclico, que ameaça a vida e o desenvolvimento integral da população.


O texto foi aprovado durante a 51ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil que acontece desde o dia 10 de abril em Aparecida (SP).


A seguir, a íntegra da nota:


Sede de água e de justiça


“Eu estava com fome, e me destes de comer;
estava com sede, e me destes de beber” (Mt 25,35)


Nós, bispos do Brasil, reunidos em Aparecida–SP, na 51ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, de 10 a 19 de abril de 2013, expressamos nossa solidariedade aos irmãos e irmãs castigados pela maior seca que atinge a região do semiárido nos últimos 40 anos. Fazemos nossos seus sofrimentos e suas dores e nos unimos à sua luta pela superação deste fenômeno, secular e cíclico, que ameaça a vida e o desenvolvimento integral da população. Trata-se de mais de 10 milhões de pessoas diretamente atingidas, em 1.326 municípios, segundo dados da Secretaria da Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional (SEDEC/MI).


Os bispos do Nordeste, por várias vezes, assinalaram as consequências de ordem social, econômica, moral e ética provocadas pela seca tais como: a) Migração forçada com a consequente desarticulação e desintegração da família, que fica exposta à máxima penúria; b) tráfico humano, que conduz ao trabalho escravo; c) instrumentalização da extrema vulnerabilidade das pessoas para fins eleitoreiros, em total desrespeito aos valores éticos; d) agravamento da situação econômica relegando milhares de famílias à miséria; e) dizimação da produção agrícola e agropastoril com a morte de rebanhos inteiros, comprometendo o presente e o futuro dos pequenos e médios produtores, além de seu endividamento; f) colapso no abastecimento de água nas áreas urbanas; g) risco de se perderem conquistas econômicas e produtivas fundamentais acumuladas nos últimos dez anos.


O clamor do povo do Nordeste, acolhido pela Igreja, ecoa em documentos históricos como o de Campina Grande, em 1956, e o de João Pessoa - “Eu ouvi o clamor do meu povo (Ex 3,7)” - em 1963. Além disso, a Igreja tem realizado diversas campanhas de doações, promovido inúmeras ações solidárias de apoio às famílias mais atingidas pelo flagelo da seca e participado na luta pela execução de políticas públicas como a construção de cisternas de consumo e de produção.


Apoiamos as “Diretrizes para a convivência com o Semiárido”, lançadas em recente seminário realizado, em Recife-PE, pela Igreja Católica e vários movimentos sociais e sindicais, exigindo que sociedade e governos não pensem no Nordeste apenas em ocasião de seca.


A seca no semiárido é um fenômeno cíclico que se repete sistematicamente. Entretanto, o ciclo de secas “não pode nos fazer pensar que o semiárido brasileiro seja apenas um condicionamento climático e, a longa estiagem, sua intempérie. O semiárido é, antes de tudo, um conjunto de condições próprias de um bioma e, desse modo, exige-nos um novo olhar e a construção de iniciativas diferenciadas” para a convivência nesta região onde vivem 46% da população nordestina e 13% da população brasileira, representando 11% do território nacional. Os 25 milhões de pessoas que aí habitam, aguardam medidas estruturais que facilitem a convivência com esse ecossistema.


Reconhecemos que os Governos têm desenvolvido importantes ações neste momento crítico por que passam os atingidos pela seca. São, no entanto, ações mitigadoras e emergenciais que não resolvem o problema, presente em todo o polígono da seca.


Somente com decidida vontade política e efetiva solidariedade, será possível estabelecer ações que tornem viável a convivência com o semiárido, mesmo no período da seca. Como pastores solidários aos nossos irmãos nordestinos, reivindicamos:


a) A definição e a aceleração de políticas públicas e institucionais permanentes que garantam segurança hídrica e alimentar, incentivando o uso de tecnologias adaptadas à realidade climática da região para captação, armazenamento e distribuição das águas das chuvas;


b) Democratização do acesso à água com a construção de sistemas simplificados de abastecimento de água;


c) Ações estruturantes como a revitalização e preservação dos rios, lagoas, ribeiras, riachos e da floresta nativa; construção de cisternas de placas e de cisternas “calçadão”; perfuração e equipamentos de novos poços tubulares;


d) Interligação de bacias hidrográficas e de recursos hídricos; construções de diversos tipos de armazenamento de água, bem como de adutoras e canais, para o consumo humano, animal e a produção de alimentos;


e) Ampliação e universalização da aplicação dos recursos financeiros e técnicos a partir do protagonismo das populações locais e de suas organizações, no campo e na cidade;


f) Conclusão urgente das numerosas obras cuja paralisação tem causado graves prejuízos econômicos e sociais;


Que Nossa Senhora Aparecida, cuja casa nos abriga durante a 51ª Assembleia da CNBB, alcance para todos os irmãos e irmãs do Nordeste a força renovadora da esperança, que nasce do coração do Cristo Ressuscitado, vencedor do mal e da morte.


Cardeal D. Raymundo Damasceno de Assis

Arcebispo de Aparecida

Presidente da CNBB



Dom José Belisário da Silva

Arcebispo de São Luís do Maranhão – MA

Vice-presidente da CNBB






Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário Geral da CNBB